12 de maio de 2008

Apresentação disponível sobre estudo de marketing jurídico

(Por Marco Antonio)

A palestra gratuita Oportunidades e desafios do marketing jurídico no Brasil, que realizei no dia 20 de fevereiro de 2008, mesmo dia no qual foi lançado o relatório em português do primeiro estudo sobre marketing jurídico na América Latina, agora está disponível em versão editada, com slides e áudio sincronizados. Lembro que a palestra é um bom complemento ao estudo, pois traz informações adicionais.

Para assistir a palestra basta apenas clicar na imagem abaixo:

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8 de maio de 2008

Novos blogs em espanhol sobre gestão de escritórios

(Por Marco Antonio)

Descobri dois novos blogs espanhóis sobre gestão de escritórios. Um deles, não tão novo assim, é o Blog sobre Gestión de Servicios Profesionales, criado no ano passado pela consultora Marisa Méndez, com quem troco algumas idéias de tempos em tempos. Infelizmente, a última atualização foi em janeiro. Vamos esperar que tenha novidades em breve.

O outro blog, lançado agora em março, é o Blog de Gestión del Despacho, que faz parte do site espanhol LegalToday.com. O blog, até o momento com um foco mais na gestão de pessoas, é escrito por Guido Stein, consultor e professor do IESE Business School (Espanha).

7 de maio de 2008

Reclamações dos Departamentos Jurídicos

(Por Lucas Cassiano)

No dia 26/04/08, tivemos uma excelente aula sobre “Estratégias de Relacionamento entre Escritórios de Advocacia e Departamentos Jurídicos” no curso Gestão Estratégica de Departamentos Jurídicos e de Escritórios de Advocacia com o professor Leonardo Barém Leite, advogado do escritório Demarest & Almeida Advogados, um dos maiores escritórios brasileiros. Faço especial destaque para as opiniões dos advogados de departamento jurídico presentes, quando foram questionados sobre aquilo que não gostam nos escritórios de advocacia. Seguem as “reclamações dos clientes”:

1)    (Não gosto quando) os advogados não sabem dar a resposta sobre a situação do processo;

2)    (Não gosto quando) há ausência de um interlocutor definido dentro do escritório para falar com o jurídico;

3)    (Não gosto quando) os advogados não dão importância para o jurídico da empresa, tratando com má vontade as solicitações deste;

4)    (Não gosto quando) os advogados não dão retorno de ligações e e-mails;

5)    (Não gosto quando) os advogados tentam esconder os erros cometidos;

6)    (Não gosto quando) mandam a fatura de honorários sem avisar com a antecedência necessária que o trabalho será mais caro, pois excederá o número de horas anteriormente previstas.

Sobre relacionamentos e oportunidades

(Por Marco Antonio)

Um tema sobre o qual escrevo e falo muito é a importância dos relacionamentos na geração de oportunidades. Selecionei um trecho de áudio da palestra Marketing jurídico de baixo custo para advogados e escritórios, realizada em 3 de abril de 2008, onde apresento ao longo de dois minutos uma proposta que desenvolvi sobre o tema.

A 6ª edição dessa palestra de sucesso será realizada no dia 29 de maio. Informações completas no anúncio oficial.

Trecho de áudio (arquivo MP3) »

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6 de maio de 2008

Dicas sobre sites de escritórios

(Por Marco Antonio)

Sites internet são extremamente importantes para qualquer negócio, principalmente para advogados e escritórios, mas noto que, ano após ano, permanecem como um recurso de marketing jurídico secundário, subutilizado.

Em 2006 escrevi um artigo com dicas básicas para sites de escritórios, que agora foi republicado no site espanhol LegalToday.com. Para quem tiver interesse, recomendo a sua leitura, pois o artigo Tips esenciales para una página web de abogados traz dicas essenciais, muitas das quais ainda são completamente ignoradas pela grande maioria dos sites de escritórios.

Segue um trecho selecionado:

Navegabilidad - Todo sitio Web debe tener una clara estructura de navegación que tiene que ser fácilmente aprehendido por los visitantes. Debido a que no todos los visitantes son iguales, es importante tener, además de un menú de navegación disponible, una opción de búsquedas y un mapa del sitio, para ofrecer diferentes formas de navegación de la página Web.

5 de maio de 2008

Mais de 500 downloads do relatório sobre marketing jurídico na América Latina

(Por Marco Antonio)

Estudo_ptO relatório final do estudo que conduzi para a Legal Marketing Association (LMA), intitulado O Estado do Marketing Jurídico na América Latina, ultrapassou a marca de 500 downloads nos últimos dias. Cerca de 60% dos downloads foram para a versão em português, lançada oficialmente no dia 20 de fevereiro de 2008. A versão em inglês foi lançada em dezembro de 2007.

Para quem ainda não conhece, o estudo é o primeiro a abordar como os escritórios de advocacia latino-americanos estão desenvolvendo atividades de marketing. O estudo contou com a participação de 86 escritórios que atuam com Direito Empresarial, provenientes das sete maiores economias da região: Brasil, México, Argentina, Venezuela, Colômbia, Chile e Peru.

O relatório está disponível no site do estudo, onde também estão disponíveis links para inúmeros artigos, reportagens e outras referências de apoio. Destaco o recente artigo O estado do marketing jurídico no Brasil, onde abordo os resultados específicos para os escritórios brasileiros, com algumas informações inéditas que complementam o relatório.

Em prol do marketing jurídico estratégico

(Por Marco Antonio)

Em diversas ocasiões já falei sobre a importância do marketing jurídico estratégico. Selecionei um trecho de áudio da palestra Desenvolvimento de novos negócios: advocacia empresarial com foco no cliente, realizada em 31 de janeiro de 2008, onde explico ao longo de quase quatro minutos o que é o marketing jurídico estratégico e qual a sua diferença para a forma mais básica.

A 4ª edição dessa palestra de sucesso será realizada no dia 15 de maio. Informações completas no anúncio oficial.

Trecho de áudio (arquivo MP3) »

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1 de maio de 2008

Registros .COM.BR para pessoas físicas a partir de hoje

(Por Marco Antonio)

RegistrobrA partir de hoje será possível registrar um domínio .COM.BR, no Registro.BR, sem CNPJ. Segundo o anúncio oficial de abril, pessoas físicas agora poderão registrar domínios .COM.BR, a extensão mais registrada do país (mais de um milhão de domínios registrados, mais de 92% de todos os registros no Brasil), usando apenas o CPF.

Para advogados e escritórios que fazem uso da extensão ADV.BR em seus sites, por muitos não terem CNPJ, está aí a oportunidade de registrar o domínio .COM.BR equivalente e reforçar a sua presença na internet.

Segue o principal trecho do anúncio oficial:

Por decisão do CGI.br, o domínio COM.BR, destinado a atividades comerciais genéricas na Internet, também poderá ser registrado sob um CPF. Ou seja, pessoas naturais com atividades comerciais e afins poderão registrar domínios COM.BR.

Esta modificação terá efeito a partir do dia 01/05/2008.

Inicialmente, somente o domínio COM.BR estará disponível nesta nova categoria, genérica, que permite registro tanto com CNPJ quanto com CPF. Lembramos que, para manter a transparência do registro de domínios .br, pessoas físicas responsáveis por domínios COM.BR estarão sujeitas aos mesmos procedimentos das entidades cadastradas previamente.

24 de abril de 2008

Promova comportamentos empreendedores

(Por Lucas Cassiano)

Reproduzo o post que escrevi em meu blog Gestão de Departamento Jurídico sobre a importância de comportamento empreendedor, uma vez que a prática do respectivo comportamento em escritórios de advocacia também contribui para gerar resultados positivos. Abaixo Segue o post entitulado Promova comportamentos empreendedores no departamento jurídico.

Em postagem anterior, coloquei a importância da utilização da ferramenta SMART (Área Jurídica, Comprtamento e Objetivos) e ressaltei a necessidade de mudança no comportamento humano, a fim de possibilitar o trabalho com estabelecimento de objetivos.

Agora, quero ressaltar a importância de promover comportamentos empreendedores no departamento jurídico, visto que a mudança organizacional ocorre por meio da mudança de comportamento das pessoas, a qual gera um hábito e, conseqüentemente, traz os resultados positivos. Portanto, bons hábitos geram melhores resultados.

Justifico a abordagem do comportamento, com base no seguinte pensamento de Confúcio:

“Aquilo que escuto, eu esqueço.
Aquilo que vejo, eu lembro.
Aquilo que faço, eu aprendo.”

Gostaria de tomar a liberdade de descrever a aplicação ao departamento jurídico de dois comportamentos empreendedores que aprendi no curso EMPRETEC de potencialização de características empreendedoras, no ano de 2007, o primeiro, de iniciativa e, o segundo, de qualidade e eficiência (existem vários outros comportamentos, mas abordarei apenas dois para ser sucinto):

Comportamento de Iniciativa: “Faz as coisas antes de solicitado ou forçado pelas circunstâncias”. A prática desse comportamento na empresa é o remédio contra a vista grossa e o famoso corpo-mole. Ao invés de enchermos os ouvidos dos advogados internos com “ouça seu cliente” ou “seja pró-ativo”, eles podem praticar os seguintes comportamentos no mínimo 1 vez por semana: 1) circular na empresa, conversar com as pessoas informalmente e, se detectarem algum problema, informar a melhor conduta a ser tomada, instruindo, se necessário, a pessoa detalhadamente logo após a conversa; 2) almoçar com as pessoas de outros setores, porquanto ocasiões informais são ótimas oportunidades para ouvir as necessidades jurídicas dos clientes não reveladas em outros momentos.

Caso os advogados internos pratiquem os dois exemplos de comportamento de iniciativa acima descritos, o departamento jurídico será pró-ativo, bem como os clientes ficarão mais satisfeitos. Para facilitar a mencionada pró-atividade, busque na equipe aquele advogado que gosta de estar com pessoas e relacionar-se com elas, faço-o praticar o comportamento de iniciativa e evolver-se com os indivíduos da empresa.

Comportamento de Qualidade e Eficiência – “Encontra maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápido e mais barato”. Observe, por exemplo, a gestão de contratos de seu departamento através dos hábitos dos seus advogados. Como melhorar, tornar mais rápida e mais barata a referida gestão? Pense no comportamento "mais barato”. Se os advogados, paralegais e estagiários do departamento possuem o hábito de imprimir contratos para correção ou rascunho, faça o contrário, dê preferência à utilização do modelo digital e estabeleça uma forma de impressão somente quando, efetivamente, concluído o trabalho. Outra questão importante: como fazer mais rápido? Será que seus advogados têm o hábito de categorizar os contratos e arquivá-los em uma organização coerente e simples na Intranet? Verifique isto no departamento e crie este hábito, pois haverá velocidade de elaboração de contratos por desnecessidade de retrabalho. Como melhorar a prática diária de revisão e de elaboração de contratos? Estimular um comportamento simples de parada para a reflexão sobre como melhorar o procedimento de gestão de contratos, em algum momento da semana, pode auxiliar a criação de uma nova e simples proposta para melhoria, tal como treinar aos clientes internos para solverem as questões contratuais sem o beneplácito da área jurídica.

Também podem ser citados outros exemplos de bons comportamentos como diminuir o tempo entre a solicitação de serviços dos clientes internos e a resposta ao que foi requerido e evitar um prejudicial hábito multitarefa (ver Advogado multitarefa é menos produtivo).

Com base na visão acima exposta, promova os bons comportamentos, torno-os hábitos e faça de seu departamento jurídico um lugar melhor para você, sua equipe, os clientes internos e externos. Concluo o presente post com uma frase de Aristóteles:

“Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. A excelência, portanto, é um hábito, não um incidente.”

Assusta o número de bacharéis que não conseguem registro

(Por Marco Antonio)

Hoje foi publicado no ConJur o artigo Má-formação - Assusta o número de bacharéis que não conseguem registro, escrito por Maria Adélia Campello, presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros. Maria Adélia defende a importância do Exame da Ordem e faz um relato muito interessante sobre a questão, com direito a algumas informações históricas. Vale a pena ler o artigo.

Segue um trecho selecionado:

(...) por que essas faculdades, muitas vezes instaladas em pequenas cidades do interior dos estados, com um corpo docente sofrível, recebem autorização do MEC para funcionar?

Boa pergunta, não? O mais estranho é que o MEC aprova e depois se junta à OAB para resolver os problemas gerados. Por que, então, criá-los em primeiro lugar? Brasil...

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  • Lucas Cassiano
    Advogado graduado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e especialista em Direito Empresarial pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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