Brochuras de escritório congregam um tema sobre o qual guardo uma relação de amor e ódio. Alguns amigos mais próximos sabem disso e, sempre que podem, me atiçam a comentar algo sobre o assunto. Para encerrar de vez com o assunto (ou seria iniciá-lo de maneira correta?), finalizei hoje um novo artigo para a revista Advogados Mercado & Negócios sobre brochuras. Já entreguei, mas não gostei muito do título ("Chega de mesmice: idéias para brochuras diferenciadas") e ainda estou pensando em um.
De qualquer modo, e apesar do tom um pouco mais agressivo do que o habitual, considero que escrevi um artigo com várias dicas práticas sobre o assunto. Como o artigo deve permanecer inédito até a revista chegar às bancas (apenas em setembro), segue um trecho do início para atiçar a imaginação:
O advogado avaliava uma linda brochura recebida de um prestador de serviços quando pensou que seria uma ótima idéia criar algo semelhante para o seu escritório. Pensou bastante e considerou que a brochura deveria apresentar o seu escritório, um pouco de sua história, as áreas do Direito em que atuavam, a alta e diferenciada qualidade do serviço jurídico prestado e, principalmente, sua equipe e seu vasto currículo. Pensou também que seria importante enfatizar suas instalações e, para ficar tudo muito bem alinhado, a brochura deveria ter um visual bacana.
Dito e feito. Conversou com seus colegas e, algum tempo depois, a brochura do escritório estava pronta! O advogado e seus colegas, então, passaram a entregá-la, com muito entusiasmo, para seus clientes atuais e potenciais. E volta e meia conversavam sobre a brochura, ressaltando o quanto ela era um excelente meio para divulgar o escritório no mercado. Concordavam que era um material de primeira e que certamente era lido e guardado por aqueles que a recebiam. Enfim, a brochura era considerada um diferencial fantástico.
O resto agora só em setembro. Até lá!
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